metodologias ativas e o ensino híbrido

Como metodologias ativas e o ensino híbrido ajudam na aprendizagem

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Sumário

Se a proposta do ensino híbrido já soava como uma ótima solução para os tempos modernos, ela se fortaleceu ainda mais depois da pandemia.

Nesse sentido, as metodologias ativas ganham destaque como complementos no ensino-aprendizagem.

Além de serem métodos educacionais que oferecem vantagens interessantes para os alunos e professores, sua compatibilidade com as aulas híbridas faz até parecer que eles foram feitos um para o outro.

Continue conosco para entender como metodologias ativas e o ensino híbrido podem proporcionar resultados de engajamento, interação e satisfação dos alunos com o ensino online.

Por que diversificar as metodologias de ensino?

A diversificação de metodologias permite transformar o processo de ensino-aprendizagem, sendo guiado de acordo com as demandas da sociedade, ou seja, impacta significativamente no sucesso que alunos, professores e instituições de ensino podem apresentar.

Na metodologia tradicional, o professor é o protagonista na educação, já que traz aulas expositivas, avaliações, trabalhos e exercícios para os alunos, os quais, nessa relação, se colocam em uma posição passiva.

Breve história do ensino tradicional

Isso, inclusive, está longe de ser uma novidade, como mostra o artigo “A Brief History of Education”, de Peter Gray, que traz uma perspectiva histórica muito interessante sobre a educação.

Nele, Gray conta que a prática da educação pública universal e compulsória começou a se desenvolver na Europa, do início do século XVI até o século XIX. Até então, os ensinamentos considerados como mais importantes eram pontualidade, seguimento de ordens e habilidades mínimas de escrita e leitura.

O intuito era de ter melhores trabalhadores para as indústrias, que começaram a se popularizar especialmente entre 1760 e 1840, com a Revolução Industrial. Com isso, podemos entender porque o currículo era tão restritivo.

A chegada dos reformadores, que passaram a enxergar as escolas como locais de formação de base moral e intelectual, foi fundamental para uma virada na educação. Já que se passou a dar muita importância a outras matérias, como latim, matemática, moral e disciplina, por exemplo.

Por volta dos séculos XIX e XX, por sua vez, a educação pública evoluiu gradativamente até se aproximar ao que temos nas escolas hoje, com currículos ampliados e uma educação mais humanizada, mas a metodologia passiva continua sendo a mais utilizada;

Como surgiram as metodologias ativas?

Em uma sociedade que evolui tão rápido, cujo mercado de trabalho demanda profissionais que não possuem apenas competências técnicas (hard skills), como também as comportamentais (soft skills), o modelo tradicional já não se mostra como o mais apropriado em todos os casos.

De acordo com o artigo “History & Context for Active Learning”, disponível no site University of Wisconsin Pressbooks, o termo “aprendizado ativo” e a ideia correlata de um ensino centrado no aluno, não mais no professor, começou a atrair interesse entre os educadores entre o final da década de 1970 e o início da década de 1980.

Curiosamente, porém, cabe aqui um parêntese: Reginald “Reg” William Revans, um professor acadêmico, pode ser considerado como um pioneiro da aprendizagem ativa, conceito desenvolvido por ele na década de 1940 de acordo com a Action Learning Associates.

Embora já sejam debatidas há um bom tempo, as metodologias ativas ganharam bastante destaque recentemente. Afinal, colocar os alunos na posição de protagonistas é algo bem mais próximo das exigências do mercado de trabalho e da própria vida estudantil atual.

Isso fica evidente com o Ensino Híbrido como uma solução para o retorno às aulas presenciais e certamente se manterá como uma grande força mesmo depois que a situação se normalizar, dada a maior responsabilidade que o aluno passa a ter em sua aprendizagem.

Em uma situação nova, em que encontros assíncronos, conteúdos disponibilizados em Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) e diferentes métodos avaliativos passaram a fazer parte da rotina, as metodologias ativas são simplesmente indispensáveis.

Nesse contexto, temos duas alternativas bastante positivas: PBL e TBL, métodos que já vem sendo adotados nos meios educacionais e têm proporcionado uma série de benefícios a curto, médio e longo prazo.

O que é PBL?

É a sigla para Problem-Based Learning (aprendizagem baseada em problemas). Essa prática pedagógica consiste na apresentação de um problema para um pequeno grupo de alunos, os quais discutirão o que foi apresentado e irão formular questões sobre o tema.

Então, eles deixam a aula com essas perguntas e devem buscar por respostas, seja na literatura ou mesmo com o auxílio de outros profissionais, de modo a encontrar as melhores soluções.

Passado algum tempo, o professor avalia como o aluno evoluiu em relação à busca por respostas. Essa é uma metodologia que se aproxima bastante da realidade do mercado, em que novos problemas podem surgir a qualquer momento e os profissionais devem solucioná-los.

Com esses desafios em mãos, os alunos se sentem motivados a respondê-los da melhor maneira possível, o que instiga seu pensamento crítico e a auto avaliação de seus conhecimentos, além de um poderoso incentivo em relação a pesquisas técnicas e científicas.

Os professores, por sua vez, atuam como facilitadores do conhecimento, não como protagonistas. Eles orientam os alunos com questões e incentivos para colocar os estudantes, realmente, como os personagens principais do processo de aprendizagem.

Saiba Mais >> Como trabalhar aprendizagem baseada em problemas na prática?

O que é TBL?

É a sigla para Team-Based Learning (aprendizado baseado em equipe). Como o nome dá a entender, os alunos devem procurar por respostas coletivamente, definindo aquelas que todos (ou a maioria deles) consideram como sendo a ideal.

Para aulas em que a metodologia TBL é aplicada, os alunos recebem materiais didáticos antecipadamente, em conjunto com orientações de estudo, para que participem com tais conhecimentos.

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Então, a aula se inicia com uma avaliação individual, que tem um papel fundamental, pois é uma auto avaliação.

Depois, montam-se os grupos e, em seguida, a mesma avaliação é aplicada novamente. Ainda que as questões sejam as mesmas, o espaço para argumentação permite que todos exponham seus pontos de vista, então, em conjunto, se decide a melhor solução para cada caso.

Da mesma forma, o professor participa em conjunto com a turma, também sem aquele papel de protagonista, mas sim como um facilitador, que tira dúvidas e orienta os grupos.

Então, no final daquela aula, caso o docente perceba que existe uma lacuna comum para todos os alunos (ou boa parte deles), aquele conteúdo em específico pode ser exposto com maior riqueza de detalhes, o que ajuda a nivelar o conhecimento entre todos os participantes.

PBL e TBL: abordagens que unem metodologias ativas e o ensino híbrido

Toda transformação exige adaptação. Está sendo assim com o Ensino Híbrido e também será com a implantação do PBL e/ou do TBL como metodologias ativas nas instituições de ensino.

A universidade corporativa do Hospital Israelita Albert Einstein, uma das unidades de saúde mais conhecidas e conceituadas do Brasil, a utiliza o Prova Fácil para a aplicação de exames regulares pela metodologia TBL.


O Prova Fácil é usado para avaliações feitas ao final de todas as aulas, com exames gerados dinamicamente pelo software e aplicados online.

Com correções automáticas, feedbacks rápidos aos alunos e insights fáceis de serem obtidos pelos professores para verificar gargalos e lacunas, todos são beneficiados.

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